Costela-de-Adão – Monstera deliciosa

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Subarbusto, pertence à família Aráceas, nativa do México, perene, de ramos prostados ou ascendentes quando apoiado em suportes, vigoroso, rizomatoso, podendo chegar a 6 metros de altura. A Costela-de-adão costuma ter um crescimento acelerado e constante.

Folhas grandes, coriáceas, recortadas, perfuradas com até 1 metro de comprimento e são muito ornamentais. Em seu habitat na mata nativa, os furos e cortes nas grandes folhas ajudam a planta a resistir dos ventos fortes e chuvas torrenciais.

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O fruto é um tipo de baga suculenta, cilíndrica, coméstivel e muito saborosa, daí seu nome científico. Os frutos “não” devem ser consumidos antes de atingirem a maturação completa, que leva cerca de 1 ano, devido a uma substância semelhante a agulhas muito finas, que pode causar lesões na língua, garganta e estômago. A medida que o fruto amadurece, esta substância vai desaparecendo.

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A Inflorescência é um espádice (que se transforma em fruto) geralmente esbranquiçado envolto por uma bráctea branca e perfumada.

A Monstera apresenta algumas variedades que podem ser menores ou, de folhas variegatas.

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Em paisagismo, é usada em jardins formando maciços ou junto a muros, paredes, árvores e até palmeiras. É aconselhável usá-la apenas em muros de pedra, devido a agressividade de suas raízes, que podem danificar a pintura, o reboco e o chapisco.

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Prospera bem, no do interior de casas e escritórios. O vaso deve ser grande, sendo necessário o replantio a cada 1 ou 2 anos, devido ao seu crescimento acelerado. Limpar cuidadosamente as folhas para mantê-las brilhantes e livre de poeira.

Clima: Tropical, Subtropical, Equatorial.

Cultivada á meia-sombra, ou luz filtrada, não suporta a luz solar diretamente após às 10 horas da manhã, principalmente durante o verão.

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Na natureza, a monstera utiliza o caule das árvores apenas para sua sustentação ascendente, possui raízes aéreas grossas que absorvem umidade e nutrientes.

Aprecia solo fértil, rico em matéria orgânica, bem drenado e mantido úmido.

Podas devem ser feitas na primavera (época onde a planta mais se desenvolve), podendo remover galhos, hastes, folhas secas ou muito grandes.

Nativa da floresta, a Monstera gosta de adubo orgânico. Fazer adubações anuais com adubo orgânico, aproveitando para afofar a terra próxima a planta. Nao sendo possivel usar adubo orgânico, usar NPK 10-10-10.

Alguns problemas com a Monstera, podem ser observados em suas folhas:

  • Amarelecimento das folhas mais baixas, são um sintoma de muita umidade, deixar o solo secar um pouco antes de regar novamente.
  • Folhas onduladas, com pontas crocantes podem indicar baixa umidade ou muito adubo químico, neste caso lave o solo com água limpa para retirar qualquer fertilizante acumulado. Esperar um mês antes de adubar novamente.
  • Com a falta de luz, as folhas crescem sem buracos e fendas. Colocar a planta em luz moderada, mas não colocar diretamente no sol.
  • Folhas queimadas (manchas marrons secas) são causadas pela luz solar forte e direta.

Folhas e caules são venenosos e podem provocar; náuseas, dores de cabeça, vômitos intensos e queimaduras graves na boca. Também podem causar irritação na pele, sendo recomendado o uso de luvas ao manusear esta planta.

Multiplica-se por estacas obtidas por divisão do caule ascendente e espesso.

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