Rainha do Abismo – Sinningia leucotricha

Rainha do abismo - Sinningia leucotricha

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Herbácea, pertence a família Gesneriaceae, nativa do Paraná, perene, de 30-40 cm de altura e muito ornamental.

A raiz principal é tuberosa, com a parte superior exposta acima do solo, de córtex acastanhado e rugoso em formato arredondado, chegando a 30 cm de diâmetro.

Folhas recobertas por uma densa pilosidade, longa e macia, que confere um aspecto lanoso, prateado e único à planta. No Inverno a folhagem cai e a planta entra em hibernação.

Flores tubulares, de tonalidade alaranjada. Surgem no verão-outono e atraem beija flores e abelhas.

Cresce sobre rochas ou falésias em regiões com 1100 m de altitude, o que justifica o nome popular de, rainha do abismo.

Usada na decoração de protegidos e bem iluminados.

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Cuidados com a Rainha do Abismo

Clima: Tropical, Subtropical.

Cultivada a meia sombra, em substrato fértil, leve, solto, bem drenável (próprios para suculentas) e irrigado à intervalos esparsos. Em geral, recomenda-se regar uma vez por semana e reduzir a quantidade no inverno. Não tolera encharcamentos.

As regas devem ser suspensas quando a planta entra em hibernação, só voltando a regar no final da primavera, quando as folhas brotam novamente.

Adubar quando os novos brotos começarem a surgir, adicione ao substrato de plantio uma colher de chá de torta de mamona e duas de chá de farinha de osso, na borda do vaso, longe das raízes.

Já a adubação de reposição, deve ser feita mensalmente e apenas no período de vegetação ativa da planta. Após regar a planta, aplique o adubo líquido NPK 4-14-8.

Multiplica-se por sementes e com muita dificuldade, por estaca de folhas e divisão da batata, no início da Primavera.

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Rainha do abismo - Sinningia leucotricha.

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