Couve manteiga Gigante – Brassica oleracea
A Couve manteiga Gigante é uma herbácea, pertence à família Brassicacea, nativa da Europa, planta bienal, cultivada como anual ou perene, de 60 a 90 cm de altura, mas pode atingir até 6 metros.
A variedade gigante refere-se a cultivares.
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Descrição
Folhas grandes que medem de 60 cm a 90 cm em condições ideais de cultivo, no entanto pode chegar a 1 metro de comprimento. Possui a superfície lisa ou levemente ondulada, de textura tenra e macia, a cor pode ir do verde-claro ao verde-escuro dependendo da variedade, com nervuras de cor verde-claro ou branco-esverdeada.
As flores da couve manteiga são pequenas, geralmente amarelas, com quatro pétalas em formato de cruz, o que classifica a família da couve como crucífera, são comestíveis e apreciadas em saladas e outras preparações culinárias. A floração não ocorre em uma idade ou época exata, mas é um processo natural do ciclo de vida da planta, que pode ser induzido por fatores ambientais.
Após a floração, a planta produz frutos em forma de vagem que contêm as sementes, em seguida a tendência é que a planta-mãe comece a secar.
Em paisagismo é usada como ponto focal, devido ao seu porte imponente e folhagem verde brilhante. Também usada em jardins comestíveis; como bordaduras altas; também cultivadas em vasos e canteiros.
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Cuidados com a Couve manteiga
Clima: Subtropical, Temperado, Tropical de altitude.
A faixa de temperatura ideal para o crescimento da couve situa-se entre 7°C e 28°C.
Em temperaturas mais amenas (em torno de 15°C a 20°C) favorecem um desenvolvimento melhor e folhas mais tenras e saborosas.
Em climas muito quentes, especialmente com temperaturas consistentemente acima de 25°C, o crescimento da couve pode desacelerar. O calor intenso pode levar ao florescimento precoce (pendoamento) e fazer com que as folhas fiquem amargas ou fibrosas.
Cultivada a pleno sol, mas não sendo possível, precisa receber pelo menos menos 4 horas diárias de sol, preferencialmente sol da manhã.
Aprecia o solo fértil, rico em matéria orgânica, bem drenável e com pH entre 6,5 e 7,2, sendo recomendado o uso de calcário para corrigir a acidez.
As regas devem ser regulares, mantendo o solo úmido, mas não encharcado. Uma cobertura de solo, como serragem ou folhas secas, ajuda a manter a umidade.
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Fertilização
Recomenda-se o uso de calcário para corrigir a acidez, no preparo do plantio. A adubação deve ser repetida periodicamente, a cada 30 dias após o plantio, o ideal é usar matéria orgânica como esterco bovino curtido, esterco de galinha, ou húmus de minhoca, a nutrição adequada é crucial para o tamanho e a cor da folha.
Usar estacas para suporte, pois a planta cresce bastante.
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Podas
As flores geralmente surgem quando a planta “passa do ponto” ou sofre estresse, o que indica o final do seu ciclo de produção de folhas. Portanto é melhor remover as hastes florais para prolongar a colheita das folhas e manter a qualidade da planta.
Para que as folhas cresçam enormes, retire os brotos que nascem nas axilas das folhas, pois eles consomem nutrientes.
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Propagação
Multiplica-se por sementes (plantio tradicional) ou mudas/estolhos (mais rápido), cortando os brotos laterais do caule principal e plantando-os em solo rico e bem drenado.
Em regiões com verões muito quentes, a melhor época para o plantio é no início da primavera ou no final do verão/início do outono.
A colheita pode começar entre 60 a 90 dias após o plantio das sementes, ou 30 a 40 dias após o transplante das mudas.
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