Grama roxa – Molinia caerulea
A Molinia caerulea é uma gramínea, pertence à família Poaceae, nativa da Europa, Ásia e América do Norte, perene, entouceirada, ereta, de crescimento lento, de 0,70 a 1,2 metro de altura.
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Descrição
Caules delgados que podem variar de muito eretos a distintamente arqueados.
Folhas ásperas, verdes, afuniladas, longas e planas que crescem em um aglomerado denso.
Inflorescências em panículas aéreas, plumosas que emergem acima da folhagem. As flores em si são muito pequenas e pouco visíveis individualmente, sendo o conjunto da panícula que oferece o interesse ornamental. As espiguetas são longas e estreitas com cerca de 15 cm de comprimento, a cor pode variar, geralmente começando como um verde claro a médio e, à medida que amadurecem, mudam para tons de amarelo cremoso, castanho ou, em algumas variedades, um tom arroxeado. Surgem no verão e outono.
À Molinia também muda de cor a medida que a estação avança para o outono, as flores e a folhagem podem mudar para tons de cobre, dourado ou marrom-amarelado.
Usada em prados, jardins selvagens, jardins de casas de campo e à volta de lagos.
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Cuidados com a Molinia
Clima: Temperado.
Cultivada a pleno sol e tolera uma sombra leve, mas em locais muito sombreados geralmente é menos vigorosa e com floração diminuída. Em climas quentes a diminuição da floração também pode ocorrer.
A Molinia não é exigente quanto à fertilidade do solo e tolera solos pobres em nutrientes. Solos muito ricos podem fazer com que a planta cresça de forma frouxa podendo tombar.
As regas devem ser regulares, mantendo o solo levemente úmido, mas não encharcado. Embora aprecie lugares úmidos, tolera curtos períodos de seca.
Não necessita de fertilização regular. O excesso de fertilizante pode, na verdade, prejudicar sua aparência.
A poda deve ser feita no início da primavera, antes do novo crescimento, cortando toda a folhagem seca/velha perto do solo (5-15 cm) para estimular brotos fortes, melhorar o vigor e a circulação do ar.
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Habitat
As plantas da espécie são nativas de lugares úmidos como brejos e pântanos, em margens de lagos e rios na Europa e na Ásia. As plantas escaparam dos jardins e naturalizaram-se nos campos e ao longo das estradas.
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Propagação
Multiplica-se por sementes e divisão de touceiras.
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